Tudo começou em abril, com conversas que pareciam não ter fim. Regina e eu falávamos sobre tudo: sobre a vida, sobre os problemas do dia a dia, sobre conquistas e sobre sonhos. E havia entre nós uma coisa rara desde o início — nunca precisamos fingir nada um para o outro. Éramos, simplesmente, nós mesmos.
Foi só em 29 de junho de 2025 que nos encontramos pela primeira vez. E ali, o que já se desenhava nas conversas ganhou corpo: uma simplicidade e uma essência em Regina que me surpreenderam. Eu já não acreditava muito que existiam pessoas assim — com aquele caráter, aquela benevolência que sempre busquei, sem nem saber que ainda procurava. Do outro lado, o meu jeito direto, prático, de engenheiro também surpreendeu Regina, que não estava acostumada com tanta objetividade. Somos opostos em muita coisa — ela com sua sensibilidade e força femininas marcantes, eu com a praticidade que carrego pra tudo na vida. Mas descobrimos, aos poucos, que caminhávamos na mesma direção.
E foi assim, entre a nossa autenticidade um com o outro, que nasceu o namoro em 28 de agosto de 2025 — mesmo eu não estando, até ali, em busca de nada sério. Bastou perceber que a estava perdendo para entender: já a amava, e ela era a mulher da minha vida. Dali em diante, fomos nos ajustando, encaixando as rotinas, aprendendo a construir juntos.
E veio a viagem que marcou tudo: usamos o recesso forense — cada um com o seu — para conhecer Foz do Iguaçu juntos. Foi espontânea, foi engraçada, foi cheia de pequenos desencontros e descobertas sobre como cada um vê a vida. E foi logo depois dela que ficamos noivos. Em dezembro, sentados um diante do outro, começamos a desenhar o futuro: a mudança de Regina para Porto Velho, a data do casamento — pensada primeiro para novembro, depois antecipada para o dia 10 de outubro, porque não fazia mais sentido esperar.
Hoje, seguimos construindo essa vida à distância, entre Porto Velho e Ariquemes, um final de semana de cada vez, um encontro de cada vez. Ela advogada, eu engenheiro, cada um com sua rotina, mas com os mesmos sonhos e as mesmas metas no horizonte.
Sou completamente apaixonado por Regina desde a primeira conversa, desde a primeira vez que estive ao seu lado. E é muito bom saber que, depois de tantas idas e vindas, estamos prestes a dar o passo que une, de vez, nossas duas histórias em uma só.